quinta-feira, maio 26, 2022

Caminho para o futuro

O Alfa já colhe os resultados de sua recente atuação em Pato Branco: foram 35 aprovações em apenas cinco meses de operação

Por Nelson da Luz Junior – Fotos: Helmuth Kühl

Um dia depois de saber que havia sido aprovada no vestibular de Direito da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Nayara Basegio, 17 anos, não parecia estar disposta a parar de estudar. Moradora de Chopinzinho, ela seguia cumprindo a rotina diária de viajar de sua cidade até Pato Branco, onde cursa o pré-vestibular na recém-inaugurada unidade local da Rede de Ensino Alfa.

A aprovação no vestibular foi apenas uma das várias transformações recentes na sua vida. Até poucos meses atrás, a ainda estudante do Ensino Médio em uma escola pública de Chopinzinho queria cursar Medicina, carreira que almejava desde os 12 anos de idade.

No pré-vestibular ela mudou de ideia, e diz estar ainda mais convicta: quer Direito, e quer ser diplomata. Ela coloca a mudança de rumo na conta da qualidade de seus professores. Nayara até se interessava pelas ciências humanas, só não sabia o quanto. “Mesmo em um curso pré-vestibular você consegue ver realmente o que é o conteúdo, e isso faz a diferença. Eu não faço mais exercícios por obrigação, mas porque eu gosto”, diz.

Suas ambições justificam sua dedicação. Ela sabe o quão trabalhoso é o caminho até a diplomacia, e além disso pretende disputar vagas nas melhores universidades.

Apesar do esforço, ela afirma que o Alfa foi fundamental para o seu desempenho. Nayara lista três principais razões, a começar pela disciplina. Ela analisa que o ambiente é de estímulo constante, que parte de todos os funcionários e está literalmente escrito nas paredes, por meio de frases de motivação.

Outro ponto são os professores: “São profissionais que conseguem passar o necessário e a gente consegue assimilar”, opina. E por fim, o que ela chama de apoio. “Sempre tem alguém disponível para ajudar, para tirar dúvidas, mesmo que não seja seu professor, e em diferentes horários. Já chamei pelas redes sociais e tive suporte”, diz a estudante.

Nayara tem parâmetros para avaliar a contribuição do Alfa no seu desempenho: os simulados, frequentes durante o curso, e consonantes com os principais vestibulares.

Um de seus primeiros testes foi um simulado da prova da Unioeste, e o resultado passou longe do que ela esperava. Cinco meses depois, ela não só foi a quinta colocada na sua categoria no vestibular de inverno para Direito da UEPG, como foi aprovada no vestibular do Centro Universitário FAG. Até o fim do ano a estudante deve prestar novos vestibulares, pois quer ter a disposição o maior número de vagas possível, em diferentes instituições.

Nayara Basegio

E ela não foi a única aluna da unidade a conquistar vagas. Até a primeira quinzena de agosto o Alfa de Pato Branco já contava com várias aprovações, em diferentes processos seletivos e universidades.

A Rede de Ensino Alfa está em Pato Branco desde o final de 2016, trazendo na bagagem um histórico considerável de aprovações, sobretudo em cursos de Medicina, expertise com a qual se posiciona no mercado.

Segundo sua equipe, os bons resultados são consequência de uma filosofia de ensino, que integra desde a educação infantil até o pré-vestibular, e que acredita que os alunos mais bem preparados começam a estudar desde cedo.  Há também um lema: aula dada, aula estudada.

Jaqueline Vieira, diretora do Alfa em Pato Branco, explica que de modo geral a aplicação do lema se dá por uma série de atividades oferecidas aos alunos em contraturno.

O principal exemplo disso é o Integral Alfa, serviço complementar que oferece várias ferramentas de estímulo e suporte aos estudos, disponível tanto para o Ensino Médio, quanto para o pré-vestibular. A diretora conta que o Integral Alfa é um projeto desenvolvido a partir de estudos e visitas feitas pela equipe do grupo a escolas em diferentes países.

Jaqueline explica que através do método o aluno utiliza o seu período de contraturno para estudar, de forma sistêmica e planejada.

Luana Zan Sikorra

Além disso, o estudante da modalidade Integral conta com um espaço específico para seguir com seu plano de estudos: gôndolas individualizadas, que reduzem as várias distrações que encontraria em casa, ou em um ambiente coletivo, e também garantem muito mais privacidade.

O conjunto de benefícios da modalidade Integral conta ainda com o auxílio de professores de diferentes disciplinas, disponíveis para tirar dúvidas, complementar explicações, enfim, oferecer todo o suporte necessário.

Outro diferencial do Alfa é a elaboração conjunta do Plano de Estudos, postura adotada com os alunos de toda rede. Exercícios físicos, lazer, momentos com a família e amigos, e outras atividades são fundamentais para a qualidade de vida de um modo geral, algo que também é muito importante para os bons resultados nos estudos.

Por isso, o Plano de Estudos é elaborado pela direção em conjunto com o aluno e a família, para conciliar a rotina e os horários de estudo com seus compromissos pessoais.

Jaqueline explica que o planejamento é feito individualmente, respeitando a disponibilidade apresentada pelo aluno, e consiste na programação diária de quais disciplinas deverão ser estudadas, e o tempo dedicado a cada uma delas.

O Alfa busca qualidade em sua equipe, inclusive além da sala de aula. Os estudantes ouvidos dizem perceber uma cultura de comprometimento por parte de todos os profissionais. “Toda a equipe desde a secretaria a limpeza, nos perguntam se estamos bem, o que está acontecendo, caso pareçamos abatidos. Eu nunca tinha visto um cursinho tão preocupado com o seu bem-estar, com a rotina de estudos e com o seu dia a dia”, relata a estudante Stéphanie Queiroz Orso, de 21 anos.

Medicina

Assim como muitos candidatos à universidade, Stéphanie está estudando para vagas em cursos de medicina, tradicionalmente um dos vestibulares mais concorridos na maioria das instituições de ensino superior.

Stéphanie Queiroz Orso

Interessada em biologia e no estudo do corpo humano, Stéphanie conta desejar ser médica desde o início da adolescência. Para isso estudou em diferentes cursos preparatórios, inclusive no Rio Grande do Sul, mas sempre ficou no “quase”.

Estudar tanto, por tanto tempo, e não alcançar seu objetivo causava certo desânimo, confessa. Mas ela procurava encarar as dificuldades como um estímulo. Stéphanie cursa o pré-vestibular do Alfa no módulo Integral, e está na lista das mais de 400 aprovações da rede em cursos de Medicina até julho de 2017 – considerando todos os cursos, as aprovações passam de 1.000 no ano.

Na sua conta ela tem êxitos em duas faculdades, FAG e Unicesumar. Sua meta, porém, é o curso de medicina da Unioeste, campus de Francisco Beltrão, por se tratar de uma universidade pública e ser próximo de sua casa, em Pato Branco.

O Alfa enaltece seu grande número de aprovados em Medicina. Apesar disso, o grupo tem por objetivo oferecer as melhores condições para que seus alunos conquistem as vagas nos cursos que desejarem. Até porque, o preparo para o ingresso em Medicina certamente é o bastante para uma vaga em qualquer outro curso.

Stéphanie diz que o curso preparatório possui diferenciais que ela considera decisivos para o seu rendimento, como a disponibilidade de um espaço próprio e de suporte para estudar. Ela também destaca a atenção homogênea dada as disciplinas. “Por exemplo. Português, Inglês, Filosofia, Sociologia a gente costuma deixar meio de lado. E o Alfa mostra pra gente o quanto essas disciplinas são importantes, muitas vezes até mais do que Matemática, por conta do número de questões que caem na prova”. A estudante finaliza mencionando a aliança constante entre conteúdo e resolução de exercícios.

Jaqueline Vieira, complementa que uma parte fundamental do trabalho do Alfa consiste em estimular no aluno a consciência da necessidade e da importância dos estudos diários. Isso é feito por meio da quantidade de conteúdo, dos exercícios diários, do material didático convidativo e contextualizado, dos professores qualificados, e do suporte extraclasse, que é essencial para que possamos entender as necessidades individuais de cada aluno.     

Bruna Gustman, estudante do pré-vestibular integral Alfa, também está no caminho do curso de Medicina, apesar de já ter sido aprovada no vestibular da FAG. Seu objetivo é uma universidade pública.

O acesso direto aos professores e o acompanhamento da equipe técnica, preocupada com a condição emocional dos estudantes, são pontos positivos no seu julgamento. Sobretudo por conta do alívio das várias tensões que envolvem o processo do vestibular.

Atualmente, o Alfa oferece em sua unidade local o pré-vestibular, com turmas pela manhã, tarde e noite, e o cursos de Ensino Médio, com turmas no período da manhã. Para 2018, dará inicio o Ensino Fundamental II, com turmas do sexto ao nono ano. Para isso será feita uma ampliação da atual sede, para que as turmas sejam oferecidas na mesma unidade, que conta com localização privilegiada, no centro da cidade.

Ensino médio

Outro lema presente na cultura do Alfa diz que quem quer passar no vestibular estuda forte desde cedo.  Por conta disso, a filosofia de ensino é aplicada em todos os níveis de formação oferecidos pela rede.

Segundo Jaqueline, os estudantes do Ensino Médio têm acesso a várias atividades complementares como simulados, oficinas de redação, e a modalidade Integral. Além disso, os alunos do terceiro ano tem aulas todas as segundas-feiras à tarde, matemática básica uma vez na semana, revisão aos sábados, e simulados com modelos de provas da Unioeste, UFPR, Enem, entre outros.

Também há um incentivo constante para a realização dos processos seletivos seriados, oferecidos por algumas universidades, cuja nota pode ser utilizada para complementar o resultado de um futuro vestibular.

Para Luana Zan Sikorra, 15 anos, aluna do primeiro ano do Ensino Médio, há uma grande preocupação da equipe da escola com o aprendizado dos alunos. Ela conta ainda, que o módulo Integral a fez perceber a importância dos momentos de estudo. “Você vai descobrindo o seu ritmo, o seu método de estudar, um jeito que você vai realmente aprender. E se você não entender alguém vai estar lá para te ajudar, e achar um jeito de te fazer entender”, comenta.

Inteligência de vida

O Grupo Alfa é uma empresa que surgiu em Cascavel e hoje conta com unidades em Toledo, Pato Branco, Francisco Beltrão e Ponta Grossa. Sua área de atuação engloba desde a educação infantil até o curso pré-vestibular.

João Kohn, parte da direção geral do Alfa, usa uma metáfora para descrever a filosofia do grupo: “Apesar de aprovarmos muito em medicina, nosso objetivo é fazer com que os alunos tenham escolha. Em linhas gerais, nós queremos dar todas as chaves possíveis para que eles decidam quais portas queiram abrir”.

Tal postura percorre toda a espinha dorsal do grupo, começando já com os pequenos, e não apenas com foco no conteúdo formal. Nas séries iniciais, o Alfa promove ações com o intuito de desenvolver a inteligência de vida por meio de habilidades socioemocionais, e o ensino bilíngue, dando inclusive a possibilidade de o estudante cursar o high school. “Junto com um pré-vestibular fortíssimo, essas são nossas grandes frentes de atuação”.

Quanto ao quesito socioemocional, João conta que a escola percebeu a necessidade de criar uma cadeira que aborde temas como trabalho em equipe, comunicação, perseverança entre outras.

A projeto começa abordando os sentimentos, como dor, amor, frustração por meio de dinâmicas. Muito desse trabalho é feito por meio de personagens, para tornar o tema mais palpável para os pequenos.

No Ensino Fundamental I, com os alunos mais maduros, o tema passa para a relação da criança com a sociedade, empatia e relacionamento com o outro, e no Fundamental II entram as habilidades de vida. “No momento que eles aprenderam a lidar com sentimentos, damos início a outras atividades, como proatividade, perseverança, pensamento crítico, colaboração, criatividade e comunicação. Desenvolvemos essas habilidades por meio de leituras, práticas de sala de aula e momentos de troca entre os alunos ”, detalha João.

Para o diretor, o tema é de extrema importância para o desenvolvimento de um cidadão completo, com maturidade para lidar não apenas com o vestibular, mas com as diferentes situações que terá de enfrentar durante a vida. “O mundo mudou, e o ensino precisa se adaptar a essas mudanças. Os nossos alunos estão sendo preparados não somente para os vestibulares, mas também, para os desafios que a vida trará”.

Ultimas Notícias